O Livro Negro do Empreendedor: Sobre Finanças!

O segundo assunto do Livro Negro que eu gostaria de abordar aqui, é aquele responsável por muitas perturbações: o dinheiro!

Meu drama é o seguinte: eu, Adna, quero abrir uma loja física. Porém, tenho protelado muito esse desejo, e um dos motivos (porque existem outros) é justamente O Capital. O problema não é exatamente Capital Inicial (não, não a banda... O dinheiro... Presta atenção, Pessoa!). Para este dá-se um jeito, usa-se cartão, cheque, crediário, prego... o que for! Mas... e para Capital de Giro?
Eu, Adna, não quero ter que abrir minha loja esse mês e fechar no mês seguinte. 
E eu, Adna, não estou querendo, a priori, depender de empréstimos bancários (sei o quanto isso pode pesar posteriormente nos custos de uma empresa)... 
Essa é minha história. Esse é meu dilema.

E, para minha surpresa, esse meu problema estava descrito justamente na página 123 do livro! Hahaha...
E, para minha surpresa, descobri, não sem certo prazer, que não estou de todo errada em evitar o conhecido "tiro no escuro"... Hahaha...

Sobre isso, os sábios conselhos que o autor, Fernando Trías, dá (para quem quer empreender e "topa" nessa coisa tão anti-sentimental - hahaha - do dinheiro) é: 

1. "... é preferível não empreender sem antes contar com um "colchão" que permita cobrir nossas necessidades pessoais enquanto o negócio não deslancha. E, para isso, é preciso economizar durante o tempo que for necessário antes de iniciar a aventura."
2. "A última possibilidade (...) é recorrer a um crédito. Nesse caso, calcule muito bem, porque se a empresa não se solidificar e for necessário fechá-la, você se verá sem trabalho e com uma dívida para pagar."
3. "Incorpore receitas pessoais ao seu plano de negócio. (...) um plano de negócio que não incorpora seu salário não é um plano realista. E se um plano de negócio realista pressupõe mais capital, é melhor saber de antemão."
4. "Não viva como um empresário rico na primeira oportunidade... Se for necessário, adie a compra da casa e more de aluguel, venda o carro, reduza suas necessidades. Os primeiros anos são duros e é fundamental maximizar o tempo de economia econômica familiar."
5. "Busque apoio familiar absoluto e incondicional. (...) O bom empreendedor tem esperanças e inseguranças ao mesmo tempo. (...) Nesses momentos de insegurança ter uma pessoa que o compreenda e o apoie é muito importante. (...) Sem este apoio o empreendedor pode se sentir muito só e, além disso, ter mais uma fonte de pressão, pois sabe que as necessidades de sua família dependem da empresa.".

E esses foram os conselhos do sábio 'poeta'... kkkkk...

No meu caso, tenho tentado recomeçar no ramo dos negócios (até parece que é chic assim! rsrsrs) aos poucos, quase que de forma orgânica (se é que pode ser definido dessa forma).
Já vi alguns casos de empresas que deram certo reinvestindo em si mesma (sabe como? Dinheirinho que entrou de lucro seguindo para reinvestimento), já que seus fundadores não tiveram direito a concessões de empréstimos bancários.
A parte ruim disso é que a gente fica meio impaciente, às vezes (digoEU fico meio impaciente... rsrsrs), achando que as coisas não estão acontecendo, ou não vou acontecer, pela demora no processo de crescimento.
A parte boa disso é que a gente não fica devendo a bancos, nem a funcionários, nem a donos de ponto de aluguél, nem ao governo, nem a fornecedores, nem a...

Mas e você? Quer empreender? De que forma? Conta pra mim... Vou querer muito saber da sua história!

Abraços, Beijos e um Ótimo Final de Semana!

Adna Maria.
P.S: ... E aqui finda a resenha do Livro Negro do Empreendedor... Partamos para a próxima aventura, digo, para o próximo livro... rsrsrs


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