Oraaa... Eu também sofri Bullying!


Fim de Semana foi assim...
Esse findi eu dividi meu tempo entre fazer faxina no quarto, passar hoooras no cabelereiro, ver todos os capítulos de "Betty, A Feia" no YouTube e assistir o jogo do Brasil com o namorado (quero nem comentar esse jogo porque prefiro continuar pensando que foi tudo muito limpo)... Além disso, aproveitei o tempinho no salão pra botar o papo em dia e continuar a leitura do livro "Uma Breve História do Cristianismo" e ver se consigo terminar logo, já que agora estou loucaaaaa pra ler "Elite da Tropa", emprestado por meu amigo cabeleireiro, Higor Rodrigues. Já estou providenciando essa transição de leitura! rsrsr...

Então, como não me sobrou inspiração pra mais nada, resolvi falar umas besteirinhas por aqui...

E pra você que está pensando: "Ah, não! Mais um besteirol", eu aviso logo... Maldade sua! rrsrsrs...

Deixa eu falar uma coisa... Como sempre deixei explícito por aqui, sou um pouquiiiinhooo... bem, como vamos dizer... um tantin baixinha... (é... comigo tudo rola do diminutivo mesmo... Por que será né?).
 
Talvez seja por causa desse meu "tamanhinho" que a família me chama de "Dinha" e que, desde criança, recebo nomes carinhosos como... baixinha (o de menos!), Topo Gigio (minha irmã adorava me chamar assim, quando queria me arretar!), Pequenina...

A vida foi assim...
Quando fui crescendo... Aliás, quando as pessoas perceberam que eu não estava crescendo, foi que a coisa começou a se agravar... Aí eu já era chamada de Tampico, de Chaveirinho, de Tampinha, de Pouca Sombra... Járede, Pouca Sombra foi de l-a-s (las) c-a-r (car)!
Sinceramente, viu! Se há 10 ou 15 anos atrás essa onda de bullying já tivesse na moda, eu ia ganhar dinheiro processando muita gente! Aliás, será que essa prática já é considerada crime? Porque se for, pesquisarei minunciosamente o período de prescrição! kkkkk... Brincadeirinhaaa!!
 
Na verdade, todos esses apelidos nunca me importaram (exceto o Topo Gigio, da minha irmã... ela realmente conseguia tirar meu bom humor com isso!), sempre os achei realmente carinhosos! Mas, sendo a pequenina da turma, eu deveria ser, pelo menos, a mais protegida neah... só que não! Hahahah... Eu era a baixinha que protegia os meus altinhos... Sempre tinha dois dedos pra beliscar o rapazinho que bateu no meu primo (alfabetização), uma pedra à mão pra lascar a cabeça da mocinha que buliu com minha irmã (porque a bixinha num era baixinha não... mas era braaaancaaa e magraaaa que era uma beleza e sempre tinha um ou outro pra tirar onda! rsrsrs...), uma boneca com cabeça dura pra bater na cabeça do irmão adotivo que ria de minha cara por algum motivo (e que também por algum motivo passou da gargalhada ao berreiro na hora! kkk). Enfim... essas coisinhas de nada! rsrsrs...
 
Hoje em dia a coisa já mudou um pouco... sempre no diminutivo, eu sou chamada de Bonequinha... Adivinha por quem??? Ownnnn... te amo, more! rsrsrsrs... Se bem que quando Evandro Prazeres está arretado, o negócio já foge do diminutivo pro nome próprio. Aí eu começo a me chamar Adna mesmo... kkk... Triste, não?

E, por incrível que pareça, eu não virei uma barraqueira da pior espécie. Nos dias atuais, prefiro defender os fracos e oprimidos da forma mais verbal possível... tudo à base da conversa, das reclamações e dos gritos... kkkkk... (Tá bom, vai, a parte dos gritos também é brincadeirinha).
Ai, ai... Lembranças, lembranças, lembranças...

Abraços e Beijos!

Adna Maria.
P.S: Ótima semana procês!

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