Voltando a Fazer Acontecer!

Essa semana iniciei um curso de Técnicas de Negociação pelo Sebrae... E este é mais um objetivo pra 2013 sendo cumprido (Feliz)!

Quero aprender a negociar porque eu (assim como muitas outras mulheres) me sinto deveras despreparada para qualquer coisa nessa vida (e isso vai de fazer acontecer uma empresa atééé... um blog! hahaha). Imagina uma pessoa super tímida e conscientemente despreparada negociando com... com... clientes, grandes empresários, patrões, chefes... ou até a presidente da República! kkkk... Inimaginável! Por isso mesmo tô fazendo o curso! Pra ver se consigo aprender algo nesse sentido! E já aprendi, viu?! Aprendi que "O outro só tem poder quando damos a ele esse poder"! E que "se as pessoas não perceberem que você tem poder, então você não o tem!"... Não tomemos essa palavra em seu sentido mais pecaminoso... Entendamos poder aqui como "vontade de ser, de fazer, de... acontecer!".


 Aí, coinscidência ou não, cheguei numa parte do Livro "Faça Acontecer - Mulheres, Trabalho e a Vontade de Liderar" que fala justamente das características femininas de negociação... e, pasmem, mais uma vez me identifiquei com o que foi dito! kkkk... Me identifiquei, principalmente, quando a autora disse que "nós nos depreciamos antes que nos depreciem"... Talvez resida aí a nossa falta de iniciativa! Antes de todo mundo, a gente já afirma que fizemos porcarias, que somos feias, que somos incapazes... Enfim... lembram? Nãoooo?? Então dá uma olhada Aqui!)...


Mas voltando ao assunto negociação... Sheryl Sandberg, a autora, conta  que, por uma questão cultural, os homens negociam mais do que as mulheres. Mas isso não significa que nós não sabemos negociar igual, ou até melhor, do que eles! O problema é que quando a mulher reinvidica algo para sí é tida como egoísta, interesseira, exigente e até desagradável, já que nós avaliamos as pessoas baseados em estereótipos (em nossas mentes os homems são os provedores, os decididos e os motivados, enquanto que as mulheres são as sensíveis e protetoras). Resultado: nós (mulheres) negociamos muito bem quando é para outras pessoas, mas quando negociamos em favor próprio acabamos por  "transgredir a norma tácita dos sexos!" hihihi... Quem nunca nos ouviu dizendo: - "se falasse de mim... ou se fosse comigo... tudo bem! Mas atingindo meu filho... meu marido... minha mãe... meu pai... minha irmã... são outros quinhentos!"?

... Aí eu fico pensando... como tô fazendo um curso de negociação se eu mesma vou me achar interesseira, egoísta e exigente? (sei que isso é verdade porque até hoje deixo de negociar muitas coisas para não ser tachada dessa forma!) kkkk... Gente, eu vou poder até aprender as técnicas, mas vou continuar sem ter o que fazer com elas! Como assiimm??!!
Mas segunda-feira, na minha primeira aula, me veio a resposta! Ráá! Tipo: "Não é o que você tem ou o que conhece... É o que você faz com o que tem e com o que conhece! É como você trabalha isso!"


Arrrááá!! Entenderam, meninas? Tudo depende da forma como é apresentado!

Continuando com o livro... Sheryl diz que para nós, mulheres, "a meta de uma negociação bem-sucedida é atingir nossos objetivos de modo que as pessoas continuem a gostar de nós." Aí ela cita uma professora, Hannah Riley Bowles, que estuda gênero e negociação em Harvard e que "acredita que as mulheres podem aumentar suas chances de alcançar um resultado desejado fazendo duas coisas. Primeiro, precisam passar como pessoas agradáveis, preocupadas com os outros e devidamente femininas" porque "quando adotam uma abordagem mais instrumental ("É isso o que eu quero e mereço"), a reação dos outros é muito mais negativa(...). Segundo, as mulheres devem apresentar uma explicação legítica para a negociação."

"... A mulher precisa combinar simpatia e insistência, sendo "incansavelmente agradável"". E "esse método exige que a ela sorria com frequência, manifeste interesse e simpatia, invoque interesses comuns, enfatize os objetivos mais amplos e trate uma negociação como solução de um problema  e não como uma posição crítica".


E continua: "A maioria das negociações envolve uma sucessão de pequenos avanços, de modo que as mulheres precisam manter o foco... e sorrir."!!!!


Hahaha...


Já escrevi demais hoje!


Abraços e Beijos!


Adna Maria.


P.S¹: "Não podemos mudar o mundo se não acreditarmos que podemos"... Ouvi ontem na sala de aula... e concordo absolutamente!
P.S²: Força na peruca, meninas!! A gente consegue!!

 

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